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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O pior são as mensagens explícitas


Recebi dias atrás este e-mail do leitor Alan Cleiton Brito de Jesus: “Olá, Michelson, recentemente comprei uma camiseta da marca ............... e muitas pessoas começaram a falar que aquilo significa .............. e que eu não deveria usá-la. Como eu sempre fui muito cético em relação a esse tipo de coisa e sou meio desconfiado quanto a certas interpretações, resolvi pesquisar. Fui a vários sites e encontrei algumas coisas. (...) Além dessa marca, o blog tambem refuta outros ‘mitos gospel’ (como ele mesmo chama), como, por exemplo: Hello Kitty, Hellmann’s, Coca-Cola. E as explicações dadas me pareceram muito mais coerentes do que as histórias de alguns cristãos sobre essas marcas. Tudo isso acabou me despertando interesse pelo tema mensagens subliminares. E agora eu pergunto: Essas histórias (como os casos citados) têm algum fundamento? Eu sei que existem mensagens subliminares, mas até que ponto devo aceitar certas interpretações? O que é verdade e o que é mentira nessas historias?


“Agora minha humilde opinião: acho que os cristãos às vezes se ‘queimam’ com esse tipo de coisa, pois ao falarem para alguém mais esclarecido, perdem a credibilidade, e aí os outros pensam que todo crente é assim. Alguns cristãos se preocupam tanto com mensagens subliminares enquanto estão absorvendo tantas mensagens explicitas diariamente! No caso da Coca-Cola, por exemplo, já não é suficiente saber que ela é prejudicial e que devemos evitá-la? Pra que ficar tentando achar mensagem subliminar no rótulo?”

Respondi ao Alan que assino embaixo das opiniões dele. Também acho que muitos cristãos fazem barulho por quase nada e veem chifre em cabeça de cavalo. Tenho dito que há gente que filtra um mosquito e deixa passar um camelo midiático. Assistem a um monte de lixo explícito (novelas, humorísticos frívolos, filmes violentos e/ou de cunho imoral, com sabor ocultista sob o disfarce de romance e aventura, etc., etc.) enquanto se preocupam com mensagens subliminares. Elas existem, sim (como tentei demonstrar num dos capítulos do meu livro Nos Bastidores da Mídia, mas não são tudo o que o pessoal diz por aí.

Devemos orar para que Deus proteja nossa mente dos conteúdos subliminares e usar a razão e a faculdade de escolha para não consumir o que sabemos ser nocivo e sem valor. (michelson Borges)

(Colaborador: Sinval Rodrigues)

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